Cultivo da Alfafa
Trabalho produzido pela Embrapa Pecuária Sudeste

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Doenças
No Brasil, ainda não se tem o quadro definido do problema que as doenças podem causar à alfafa. No entanto, em algumas culturas pode-se observar murcha bacteriana (Corynebacterium insidiosum), antracnose (Colletrotrichum trifolii), fusariose (Fusarium sp.), podridão das raízes (Phytophthora megasperma), rizoctonia (Rhizoctonia solani), pinta preta (Pseudopeziza medicaginis), ferrugem da folha (Uromyces striatus), mancha das folhas (Cercospora medicaginis) e mosaico da alfafa causado pelo pulgão, cujo agente causal é o vírus do mosaico da alfafa.

No verão, em função das chuvas, altas temperaturas e umidade relativa, essas doenças são mais evidentes na cultura. Apesar de a alfafa ser uma planta perene, grande número de patógenos de raízes fazem com que a longevidade da planta seja apenas de quatro a seis anos.

As doenças podem causar perdas significativas no alfafal e, ao contrário das pragas, são de difícil identificação e controle, dispondo-se apenas do controle de sementes e tolerância varietal.

Durante a implantação da alfafa, os causadores de "damping-off" (Fusarium spp. e Rhizoctonia solani) podem ser controlados pelo tratamento de sementes com Thiram (4,2 g/kg de sementes) e Iprodione (1,0 g/kg de sementes). Quando identificadas as murchas de caule ou hastes causadas por Fusarium sp., essas também podem ser eliminadas do alfafal, antecipando o corte ou o pastejo.

 

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