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Cultivo da Alfafa
Trabalho
produzido pela Embrapa Pecuária Sudeste |
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Clima
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Pragas |
| Diversas
pragas podem freqüentar e causar danos à cultura da alfafa,
como a lagarta da soja (Anticarsia gemmatalis), a lagarta
dos arrozais (Spodoptera frugiperda), o curuquerê
dos capinzais (Mocis latipes), a lagarta mede-palmo
(Rachiplusia nu), a lagarta da alfafa (Colins
lesbia pyrrthothea), a lagarta elasmo (Elasmopalpus
lignosellus), a vaquinha (Diabrotica speciosa),
vários pulgões (Aphis glossypii, Acyrthosiphum
pisum) e outras. Em 1999, na região de São
Carlos, no Estado de São Paulo, observou-se pela primeira
vez, Aphis trifolii f. maculata. No mesmo ano,
foi registrado pela priemira vez no Brasil Aphis cruccivora.
Dentre as pragas mencionadas, as mais importantes para a alfafa são
os pulgões. Todavia, em razão principalmente do uso
da forragem na alimentação animal, deve-se evitar o
controle químico dessas pragas na cultura. Deve-se,
optar por métodos preventivos (evitar infestação de
plantas daninhas hospedeiras), culturais (preparo do solo,
irrigação), físicos (antecipação de corte
ou pastejo com o aumento de determinada praga) e biológicos
(preservação de inimigos naturais, como as joaninhas
- Cycloneda sanguinea, alguns afídeos - Aphideus
spp., e uso de inseticidas biológicos
- Bacillus thuringiensis).
Durante quatro anos de cultivo na região Sudeste do Brasil, utilizando-se esses métodos, não houve necessidade do controle químico de pragas em alfafa, observando-se, ainda, maior presença de inimigos naturais na cultura. |
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